14.9.16

i can float here forever

Bem feito pra mim. Pra parar com essa palhaçada. Essa insistência, esse apego. Pra aprender. Tomar como lição. Você não está aqui. Você não estará nunca mais. Sigo não compreendendo. Sinto tanto. E nesse mesmo lugar. Das músicas, de todas as vezes. Nossas. Os nossos momentos. Todas as primeiras vezes. Life goes on.

Quanto tempo se passou?

30.8.16

então,

o problema é que eu gosto de janelas.

14.8.16

eu prometi que ia melhorar e piorei.

13.8.16

das coisas que eu sempre quis dizer (mas nunca disse)

com você, me descobri em meio ao fogo cruzado.
você costumava despertar o que havia de mais profundo e melancólico em mim.
doía demais, eu me lembro.
e eu consegui passar por tudo isso e sentir algo bom por você, ainda assim.
uma vontade de te ver bem, acima de tudo.
de vez em quando, confesso, até uma saudade leve.
uma curiosidade.

eu nunca mais te vi, mas eu te vi tantas vezes depois em um movimento meu.
em uma frase ou uma careta engraçada.
já te vi até em perfume no metrô, se quer mesmo saber.

às vezes ouço aquele samba e te imagino ali.
de vez em quando, procuro palavras aleatórias e teu nome aparece entre os significados delas.
nada em você me dói mais.
virou emoção, não mágoa.

e de alguma forma, ainda sinto seus olhos me atravessando o peito.
me afundando, me preenchendo, me lendo a alma.